

Nos primeiros meses da pandemia, no âmbito do Observatório COVID-19 Fiocruz, propusemos uma matriz de linha de cuidado da COVID-19 na rede de serviços de saúde para subsidiar a conformação de arranjos assistenciais no contexto de ampla diversidade e desigualdade do país (PORTELA et al., 2020).
A construção da matriz partiu da premissa de que é fundamental distribuir claramente papéis a serem cumpridos por diferentes níveis e pontos de atenção no cuidado às pessoas suspeitas ou acometidas pela COVID-19, e articular a rede de serviços, com fluxos de referência e contrarreferência para o atendimento da população de forma oportuna, segura e efetiva. Três desafios deveriam ser enfrentados: a oferta do cuidado de saúde à COVID-19, sem deixar de atender demandas decorrentes de outras condições de saúde (WHO, 2020); a necessidade de, eventualmente, de forma ágil, dar conta de expandir ou retrair a oferta de serviços, conforme a evolução da pandemia, impondo demandas mais ou menos elevadas; e a identificação de situações de vulnerabilidade social e econômica com a previsão, inclusive, de locais de alojamento/internação alternativos, sempre que possível em articulação com serviços de assistência e proteção social locais.
Organizar o cuidado de saúde de modo a maximizar as chances de cura e sobrevivência dos pacientes e minimizar a transmissão da doença. Foi concebida para o cuidado à COVID-19, mas como esquema geral, se aplica, com ajustes, a outras emergências em saúde. Envolve um conjunto de pontos de cuidado, com atribuições pertinentes ao nível de complexidade em que se enquadram, consonantes com o atendimento de pacientes de diferentes momentos da evolução clínica e gravidade. Perpassando cada ponto de cuidado, colocam-se estratégias de expansão da capacidade de oferta de serviços frente a uma demanda muito aumentada, fluxos pertinentes às atividades desenvolvidas, políticas e procedimentos que devem ser contemplados e insumos estratégicos necessários.
Auxilia na programação de arranjos assistenciais e serviços de saúde, considerando necessidades colocadas de profissionais de saúde, capacidade instalada e insumos estratégicos. Deve ser objeto de constante atualização, com base na experiência adquirida e no conhecimento científico produzido.
No nível da APS, pontos de atenção incluem:
O domicílio, envolvendo teleatendimento e o suporte de centrais de regulação de leitos e de transporte, em estreita articulação com a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência.
Os agentes comunitários em saúde (ACS), que cumprem papel fundamental na vigilância em saúde, na busca ativa de casos e identificação de suspeitos e seus contatos, identificação de pessoas de alto risco, apoio ao monitoramento clínico, testagem nas comunidades, quando for o caso, comunicação, orientação e articulação com lideranças comunitárias.
As Unidades Básicas de Saúde (UBS), na realização de atendimentos presenciais e teleatendimentos e supervisão da atenção nos domicílios e por ACS.
Equipes do Núcleo Ampliado de Saúde da Família – Atenção Básica (NASF-AB), que podem responder às demandas de reabilitação e suporte psicológico, por exemplo.
A Atenção Ambulatorial Especializada (AAE), através de apoio matricial às equipes da atenção primária e de teleatendimento, pode cumprir papel na proposição de protocolos e no acompanhamento e orientação aos pacientes, por exemplo, com comorbidades associadas, que necessitem apoio em saúde mental, ou que demandem reabilitação após a desospitalização.
As unidades de urgência/emergência, entre as quais as Unidades de Pronto Atendimento (UPA), pelo seu próprio caráter, assumem importância em emergências, especialmente na ausência de hospitais. Devem estar articuladas às centrais de leitos e de transporte, para transferência de pacientes que necessitem de assistência hospitalar, e estar preparadas para realizar a contrarreferência às UBS, dos pacientes que podem ser tratados no domicílio.
O atendimento hospitalar à COVID-19 pode variar entre a baixa complexidade, com caráter mitigador de vulnerabilidades socioeconômicas dos pacientes, à alta complexidade. A pandemia levou à abertura de diversos hospitais de campanha e leitos de enfermaria e de UTI para dar resposta à imensa demanda colocada por pacientes de gravidade moderada a alta. A doença, inicialmente caracterizada essencialmente como respiratória, na medida em que foi sendo mais conhecida, passou a ser reconhecida como sistêmica, requerendo recursos tecnológicos complexos, o acompanhamento por equipes especializadas etc.
A linha de cuidado estende-se ainda na necessidade de reabilitação de pacientes com sequelas cardiovasculares, respiratórias, renais e neurológicas. Programas de reabilitação para pacientes com sequelas da COVID-19 devem ser considerados em centros de reabilitação e de diálise existentes, assim como nos NASF e AAE, incluindo ações domiciliares ou em unidades de saúde, com disponibilização de transporte para os pacientes.
Conforme já mencionado, também se fez muito relevante durante a pandemia de COVID-19 e pode ser relevante em qualquer emergência, a questão do manuseio de corpos, com a necessidade de articulação entre unidades de saúde e serviços funerários.
Médico sanitarista doutor em saúde pública pela Ensp Fiocruz coordenador executivo do Proqualis/Icict/Fiocruz e presidente da SOBRASP. Autor de livros, capítulos de livros, artigos científicos e material didáticos sobre Gestão da Clínica, Gestão Hospitalar; Qualidade do Cuidado e Segurança do Paciente.
Engenheira Eletricista pela UFBA, mestre (MSc) em Engenharia Biomédica pela UFRJ, PhD em Health Policy and Administration pela University of North Carolina at Chapel Hill e Pós-doutorado na Medical University of South Carolina, EUA. Realizou Estágio Sênior (Programa Ciências sem Fronteiras – CAPES), na University of Leicester, Inglaterra. É pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), lotada na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP), onde faz parte do corpo permanente do Programa de Pós-graduação em Saúde Pública.
Marcelo Queiroga
Ministro
Arnaldo Correia de Medeiros
Secretário
Daniela Buosi Rohlfs
Diretora do Departamento de Saúde Ambiental, do Trabalhador e Vigilância das Emergências em Saúde Pública
Programa Vigiar SUS
Nísia Trindade Lima
Presidente
Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC)
Cristiani Vieira Machado
Vice-Presidente
Ana Cristina da Matta Furniel
Coordenadora geral
Adélia Araújo
Coordenador de produção
Carlos Machado de Freitas
Maíra Lopes Mazoto
Coordenação
Carlos Machado de Freitas
Graduação em História pela Universidade Federal Fluminense (1989), mestrado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1992), doutorado em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz (1996) e pós-doutorado pelo Programa de Ciências Ambientais da Universidade de São Paulo (2007-2008). Pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz, Ministério da Saúde, Coordenador do Observatório Covid-19 Fiocruz e do Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres em Saúde da Fiocruz. Médica. Pós-doutora em Saúde Coletiva pelo IMS/ UERJ. Tecnologista em Saúde Pública do ICICT/ Fiocruz. Coordenadora Adjunta do Proqualis/ Fiocruz.
Maíra Lopes Mazoto
Graduação em Nutrição pela Universidade Federal Fluminense (2004), pós graduação em planejamento, implementação e gestão da educação a distância pela Universidade Federal Fluminense (2014), mestrado e doutorado em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2011 e 2015) e pós graduação em Design Instrucional pelo Instituto de Design Instrucional (2021). Pesquisadora colaboradora do Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres em Saúde da Fiocruz e professora adjunta do Curso de Graduação em Nutrição do Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO). Possui experiência em formação e capacitação para profissionais do Sistema Único de Saúde e produção de materiais didáticos para cursos a distância e presenciais.
Conteudistas
Adelyne Maria Mendes Pereira
Professora e pesquisadora do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde (DAPS) da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Enfermeira, mestre em Saúde Pública com concentração em planejamento e gestão em saúde (ENSP/Fiocruz), doutora em Saúde Pública (ENSP/Fiocruz), com pós-doutorado em Saúde Global (Universitat de les Illes Balears, Espanha).
Carlos Machado de Freitas
Graduação em História pela Universidade Federal Fluminense (1989), mestrado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1992), doutorado em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz (1996) e pós-doutorado pelo Programa de Ciências Ambientais da Universidade de São Paulo (2007-2008). Pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz, Ministério da Saúde, Coordenador do Observatório Covid-19 Fiocruz e do Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres em Saúde da Fiocruz.
Daniel Antunes Maciel Villela
Pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz e atualmente coordenador do Programa de Computação Científica (PROCC/FIOCRUZ). Doutor pela Universidade de Columbia, tem experiência em modelagem matemática da dinâmica de transmissão de doenças infecciosas, com interesse em métodos quantitativos em Epidemiologia e Ecologia de vetores de importância para a Saúde Pública e atualmente realiza análises populacionais da dinâmica de Covid-19. Atua na pós graduação (mestrado e doutorado) na Fundação Oswaldo Cruz e atualmente é Coordenador Adjunto do Programa de Epidemiologia em Saúde Pública (ENSP/FIOCRUZ).
Eduardo Hage Carmo
Médico, Sanitarista (Residência em Medicina Social), Mestre em Saúde Coletiva e Doutor em Saúde Pública pela Universidade Federal da Bahia. Atualmente é pesquisador do Cidacs/Fiocruz/BA, médico sanitarista da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (licenciado) e da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, membro do Painel de Especialistas e consultor ad hoc da Organização Mundial da Saúde.
Margareth Crisóstomo Portela
Engenheira Eletricista pela UFBA, mestre (MSc) em Engenharia Biomédica pela UFRJ, PhD em Health Policy and Administration pela University of North Carolina at Chapel Hill e Pós-doutorado na Medical University of South Carolina, EUA. Realizou Estágio Sênior (Programa Ciências sem Fronteiras – CAPES), na University of Leicester, Inglaterra. É pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), lotada na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP), onde faz parte do corpo permanente do Programa de Pós-graduação em Saúde Pública.
Tais De Moura Ariza Alpino
Nutricionista, doutora em saúde pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/ Fiocruz) e especialista em segurança alimentar e nutricional pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Tanto o mestrado quanto o doutorado tiveram como objeto de estudo a seca no semiárido do Brasil como um desastre natural e social. Atualmente atuo como pesquisadora colaboradora no Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres em Saúde da Fiocruz (Cepedes/Fiocruz), atuando em vários projetos de pesquisa e na elaboração de artigos, documentos e materiais voltados para a qualificação e aprimoramento das ações de preparação e resposta do setor saúde a emergências e desastres.
Vânia Rocha
Doutora em Saúde Pública, pesquisadora colaboradora do CEPEDES/Fiocruz entre 2012 e 2019 e Professora visitante do Laboratório de Geo-Hidroecologia e Gestão de Riscos da UFRJ entre 2019 e 2021. Possui experiência em formação e capacitação para profissionais do Sistema Único de Saúde, elaboração e validação de metodologias participativas e produção de materiais didáticos. Autora de livros, capítulos de livros e artigos sobre desastres e saúde.
Victor Grabois
Médico sanitarista doutor em saúde pública pela Ensp Fiocruz coordenador executivo do Proqualis/Icict/Fiocruz e presidente da SOBRASP. Autor de livros, capítulos de livros, artigos científicos e material didáticos sobre Gestão da Clínica, Gestão Hospitalar; Qualidade do Cuidado e Segurança do Paciente.
Colaboradores - Relatos em áudio e vídeo
Adelyne Maria Mendes Pereira
Professora e pesquisadora do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde (DAPS) da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Enfermeira, mestre em Saúde Pública com concentração em planejamento e gestão em saúde (ENSP/Fiocruz), doutora em Saúde Pública (ENSP/Fiocruz), com pós-doutorado em Saúde Global (Universitat de les Illes Balears, Espanha).
Carlos Machado de Freitas
Graduação em História pela Universidade Federal Fluminense (1989), mestrado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1992), doutorado em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz (1996) e pós-doutorado pelo Programa de Ciências Ambientais da Universidade de São Paulo (2007-2008). Pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz, Ministério da Saúde, Coordenador do Observatório Covid-19 Fiocruz e do Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres em Saúde da Fiocruz.
Daniel Antunes Maciel Villela
Pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz e atualmente coordenador do Programa de Computação Científica (PROCC/FIOCRUZ). Doutor pela Universidade de Columbia, tem experiência em modelagem matemática da dinâmica de transmissão de doenças infecciosas, com interesse em métodos quantitativos em Epidemiologia e Ecologia de vetores de importância para a Saúde Pública e atualmente realiza análises populacionais da dinâmica de Covid-19. Atua na pós graduação (mestrado e doutorado) na Fundação Oswaldo Cruz e atualmente é Coordenador Adjunto do Programa de Epidemiologia em Saúde Pública (ENSP/FIOCRUZ).
Eduardo Hage Carmo
Médico, Sanitarista (Residência em Medicina Social), Mestre em Saúde Coletiva e Doutor em Saúde Pública pela Universidade Federal da Bahia. Atualmente é pesquisador do Cidacs/Fiocruz/BA, médico sanitarista da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (licenciado) e da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, membro do Painel de Especialistas e consultor ad hoc da Organização Mundial da Saúde.
Margareth Crisóstomo Portela
Engenheira Eletricista pela UFBA, mestre (MSc) em Engenharia Biomédica pela UFRJ, PhD em Health Policy and Administration pela University of North Carolina at Chapel Hill e Pós-doutorado na Medical University of South Carolina, EUA. Realizou Estágio Sênior (Programa Ciências sem Fronteiras – CAPES), na University of Leicester, Inglaterra. É pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), lotada na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP), onde faz parte do corpo permanente do Programa de Pós-graduação em Saúde Pública.
Tais De Moura Ariza Alpino
Nutricionista, doutora em saúde pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/ Fiocruz) e especialista em segurança alimentar e nutricional pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Tanto o mestrado quanto o doutorado tiveram como objeto de estudo a seca no semiárido do Brasil como um desastre natural e social. Atualmente atuo como pesquisadora colaboradora no Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres em Saúde da Fiocruz (Cepedes/Fiocruz), atuando em vários projetos de pesquisa e na elaboração de artigos, documentos e materiais voltados para a qualificação e aprimoramento das ações de preparação e resposta do setor saúde a emergências e desastres.
Vânia Rocha
Doutora em Saúde Pública, pesquisadora colaboradora do CEPEDES/Fiocruz entre 2012 e 2019 e Professora visitante do Laboratório de Geo-Hidroecologia e Gestão de Riscos da UFRJ entre 2019 e 2021. Possui experiência em formação e capacitação para profissionais do Sistema Único de Saúde, elaboração e validação de metodologias participativas e produção de materiais didáticos. Autora de livros, capítulos de livros e artigos sobre desastres e saúde.
Victor Grabois
Médico sanitarista doutor em saúde pública pela Ensp Fiocruz coordenador executivo do Proqualis/Icict/Fiocruz e presidente da SOBRASP. Autor de livros, capítulos de livros, artigos científicos e material didáticos sobre Gestão da Clínica, Gestão Hospitalar; Qualidade do Cuidado e Segurança do Paciente.
Revisão Técnica
Maíra Lopes Mazoto
Graduação em Nutrição pela Universidade Federal Fluminense (2004), pós graduação em planejamento, implementação e gestão da educação a distância pela Universidade Federal Fluminense (2014), mestrado e doutorado em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2011 e 2015) e pós graduação em Design Instrucional pelo Instituto de Design Instrucional (2021). Pesquisadora colaboradora do Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres em Saúde da Fiocruz e professora adjunta do Curso de Graduação em Nutrição do Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO). Possui experiência em formação e capacitação para profissionais do Sistema Único de Saúde e produção de materiais didáticos para cursos a distância e presenciais.
Revisão de Português
Maria Angélica Marcondes Drska - Campus Virtual Fiocruz
Designer Educacional
Fernanda Sousa - Campus Virtual Fiocruz
Pedagoga, Especialista em Planejamento, Implementação e Gestão de Educação a Distância e Especialista em Gestão de Projetos
Designer de Interface
Aline Polycarpo
Designer de Interface e Interação
Danilo Blum
Desenvolvedor Front-end
Luciana Nunes
Designer de Interface e Interação
Suporte Técnico de Tecnologia da Informação
Bruno Alexandre de Oliveira - Campus Virtual Fiocruz
Desenvolvedor
Eduardo Xavier da Silva - Campus Virtual Fiocruz
Desenvolvedor
Adriano Lourenço - Campus Virtual Fiocruz
Analista de suporte
Orlando Terra - Campus Virtual Fiocruz
Analista de suporte
Recursos Educacionais
Carmélia Brito - Campus Virtual Fiocruz
Bibliotecária
Rosane Mendes - Campus Virtual Fiocruz
Coordenadora Plataforma Educare
Recursos Audiovisuais
Teo Venerando - Campus Virtual Fiocruz
Edição de vídeo