CURSO

BOAS
PRÁTICAS
CLÍNICAS

EVENTO ADVERSO GRAVE

Boas-vindas


Seja bem-vindo(a) ao módulo 7 do curso Boas Práticas Clínicas:


Evento Adverso Grave


Nele, você verá os conceitos de Evento Adverso Grave (EAG) e não-grave, suas formas de relato e implicações de segurança para os participantes de pesquisa.


Bons estudos!


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Módulo 7 - Boas Práticas Clínicas

Evento Adverso Grave

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Introdução


Como você viu nos módulos anteriores, toda pesquisa envolve riscos.

E é dever do pesquisador cuidar do bem-estar e segurança dos participantes de pesquisa.


A seguir, você irá aprender sobre alguns pontos importantes que devem ser observados em ensaios clínicos, que são pesquisas para o desenvolvimento de medicamentos, sejam novos ou reposicionados, independentemente da finalidade de registro.


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Introdução


Quando um voluntário consente em participar de um ensaio clínico sabe que irá receber uma medicação ainda em teste, e deve ter clareza dos possíveis riscos do fármaco.


Clique na imagem e veja a primeira consideração ética sobre EAG.



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Tipos de eventos


Um evento adverso (EA) é qualquer ocorrência médica inconveniente e que não necessariamente tem uma relação causal com o tratamento.


Assim, um evento adverso pode ser...


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Tipos de eventos


Um evento pode ser inesperado, por não estar descrito como reação adversa na brochura do medicamento experimental ou na bula, reforçando a relevância do pesquisador consultar estes documentos durante a condução do ensaio clínico.


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Tipos de eventos


Existe um tipo de evento adverso que exigirá maior atenção...


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Tipos de eventos


Evento Adverso Grave ou Evento Adverso Sério?


Existe muita confusão em torno da terminologia “Grave” e “Sério”, referindo-se aos eventos adversos.


Isso ocorre porque tornou-se comum a adoção de uma tradução literal e direta do termo em inglês Serious Adverse Event para Evento Adverso Sério.


Clique em Saiba Mais.

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Evento Adverso Grave

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Monitoramento de Eventos Adversos


O protocolo da pesquisa deve ter uma seção específica sobre o monitoramento dos eventos adversos.



Esta opção deve ser cuidadosamente discutida durante o desenho de um protocolo, pois é possível que novos medicamentos causem efeitos colaterais inesperados, que podem se confundir com doenças de causa aparentemente bem conhecidas.


Alguns eventos médicos podem ser definidos pelo protocolo como “não notificáveis”, como por exemplo: doenças muito frequentes na população estudada ou de causa bem conhecida.




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Monitoramento de Eventos Adversos


Um outro ponto fundamental é definir o início da notificação às instâncias devidas: se logo após a assinatura do TCLE ou após a primeira dose do medicamento investigacional.


Clique em Saiba Mais.


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Na prática!


Situação:


Uma pessoa logo após assinar o TCLE sai do seu centro de pesquisa e leva um tombo na rua e precisa levar dois pontos no joelho.


Ela ainda não tomou a medicação do estudo e o protocolo específica que os eventos serão considerados após o uso da medicação. Isto é um evento adverso?


Selecione uma resposta.




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Monitoramento de Eventos Adversos Graves


Os EAG devem ser comunicados pelo pesquisador ao patrocinador, normalmente, num prazo de 24 horas após o conhecimento do mesmo por parte da equipe do estudo.


Vá para a próxima tela e veja como um pesquisador deve informar um EAG ao CEP.

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Monitoramento de Eventos Adversos Graves


De acordo com a carta circular 13/2020 da CONEP, em estudos multicêntricos, o pesquisador deve enviar o EAG ao CEP, conforme esse fluxo.


Clique na imagem para ampliá-la.

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O que fazer no caso de Eventos Adversos Graves?


Em caso de evento adverso ocorrido no país, o pesquisador responsável do centro onde ocorreu deve assegurar medidas imediatas adequadas frente ao EAG ocorrido. Além de elaborar periodicamente um relatório consolidado de EAG que ocorreram no estudo em seu centro de pesquisa.





Em projetos multicêntricos, o pesquisador do centro coordenador deve também elaborar o relatório consolidado contendo as informações dos eventos adversos de todos os centros de pesquisa e submetê-lo ao CEP ao qual está vinculado, via Plataforma Brasil, por meio da funcionalidade "notificação", por ocasião da submissão dos relatórios parcial e final do estudo.


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O que fazer no caso de Eventos Adversos Graves?


É responsabilidade do pesquisador do centro coordenador elaborar o relatório consolidado e enviar ao CEP em relação aos EAG ocorridos fora do país, além de interrupções ou modificações relevantes na pesquisa, é de responsabilidade do pesquisador do centro coordenador elaborar o relatório consolidado e enviar ao CEP.




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O que fazer no caso de Eventos Adversos Graves?


É papel do CEP avaliar a relevância do EAG e, a partir dos relatos recebidos que contém as medidas tomadas pelo pesquisador quanto à segurança dos participantes, e comparando com os riscos descritos no protocolo de pesquisa, poderá solicitar alguma intervenção no estudo, tais como a interrupção temporária, interrupção do recrutamento ou outra que julgar necessária por meio de parecer. Mesmo se o evento não ocorreu com participantes da instituição, deve ser analisado pelo pesquisador e pelo CEP (relatos de segurança).


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O que fazer no caso de Eventos Adversos Graves?


Se uma participante estiver grávida, ou caso ocorra uma gravidez durante o estudo, o investigador e o patrocinador devem acompanhar a mãe e o filho.


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O que fazer no caso de Eventos Adversos Graves?


É dever do patrocinador notificar à ANVISA os EAG inesperados ocorridos no território nacional, cuja causalidade seja possível, provável ou definida em relação ao produto sob investigação, por meio do formulário eletrônico em no máximo 7 dias corridos a contar da data de conhecimento do caso pelo patrocinador.


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O que fazer no caso de Eventos Adversos?


Já os dados agregados de todos os outros eventos adversos que não forem categorizados como graves e inesperados, cuja relação com produto sob investigação não seja possível, provável ou definitiva devem ser avaliados sistematicamente pelo patrocinador ou Comitê Independente de Monitoramento de Segurança e os resultados desta avaliação devem ser submetidos à Anvisa no Relatório de Atualização de Segurança do Desenvolvimento do Medicamento Experimental ou nos relatórios anuais.


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Conceitos importantes para o relato de um evento adverso


Para realizar relatos de eventos adversos, o pesquisador deve avaliar alguns conceitos.


Clique nas letras destacadas e conheça esses termos importantes.


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Dados para o relato de um evento adverso


Agora que você já sabe os conceitos para fazer um relato, veja quais são os dados que devem constar na ficha para o relato.


Clique na imagem e veja um exemplo de ficha. Depois, clique no Saiba Mais.


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Na prática!


Situação:


Duas semanas após receber a segunda dose de um medicamento (esquema programado de 3 doses) um bebê de 3 meses é trazido ao centro de pesquisa com irritabilidade, vômitos e prostração. Ao exame é constatada paresia bilateral de pernas e a criança é internada para investigação. Responda e depois clique em “Confirmar”.


Nome do evento


Severidade


Previsibilidade - Esperado ou não esperado

Gravidade


Causalidade – Relação com o produto investigacional

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Na prática!


Situação:


Após 3 horas da 1ª dose de uma vacina investigacional um adulto volta ao centro reclamando de dor no local da aplicação que o impede de movimentar o braço e que não regrediu com analgésicos comuns. Ao exame constata-se hiperemia e aumento de temperatura no local. A brochura do investigador cita que efeitos locais leves a moderados ocorrem em cerca de 50% dos vacinados. Responda e depois clique em “Confirmar”.


Nome do evento


Severidade


Previsibilidade - Esperado ou não esperado

Gravidade


Causalidade – Relação com o produto investigacional

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Conclusão


Neste módulo, você aprendeu a diferenciar eventos graves e não graves e a importância do acompanhamento deles. Você viu também como preencher adequadamente o formulário de registro específico para cada caso, respeitando os prazos estabelecidos, e ainda, ter ciência de quais instâncias devem ter acesso a estas informações e quais abordagens devem ser feitas em relação ao participante.


Agora, vamos testar seus conhecimentos?


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Fixando


1) Ao propor um ensaio clínico com uma medicação já comercializada o pesquisador utilizará a bula como referencial para o seu estudo.
A afirmação acima é:




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Fixando


2) Assinale a alternativa que NÃO representa um Evento Adverso Grave:


A

Morte

B

Anomalia congênita

C

Hospitalização ou prolongamento de hospitalização

D

Vacinação


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Fixando


3) Correlacione:


I. Em relação a severidade os eventos adversos podem ser classificados em:
II. Sobre a comunicação de eventos adversos, o pesquisador do centro coordenador.
III. Comitê Independente de Monitoramento de Segurança.


(___) se encarregará das notificações ao CEP em caso de eventos adversos graves ocorridos em centros estrangeiros.
(___) leve, moderado, grave e letal.
(___) É uma instância independente, constituída para o monitoramento de dados específicos de segurança coletados de um ou mais ensaios clínicos em intervalos definidos.


Assinale a opção que apresenta, na sequência, a correlação correta:

A

II,I,III

B

I, III, II

C

I, II, III

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26/27

Chegamos ao final


desse módulo!


Parabéns!

Esse é o último módulo do Curso Boas Práticas Clínicas.

Agora, realize a sua avaliação final na plataforma.


Até a próxima!

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